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Anos
60 (voltar)
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ANO
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SHOW
/ DISCO / FILME / TEATRO
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DESCRIÇÃO
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LOCAL
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1960
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Vai
para Salvador com Caetano
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No
início não gostou da idéia de deixar Santo Amaro
da Purificação, "mas foi conquistada pelas atrações
programadas para as escolas de arte e museus da Universidade. Especialmente
na Escola de Teatro, dirigida na época por Eros Martim Gonçalves,
onde pode assistir montagens de peças de autores contemporâneos,
como Paul Claudel, Tenessee Williams, Bertolt Brecht e Albert Camus, que
aumentaram mais ainda sua vontade de ser atriz".
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1962
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Filme
MOLEQUE DE RUA
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Curta-metragem
do baiano Álvaro Guimarães sobre menores abandonados. Álvaro
conheceu Caetano por intermédio das amigas comuns, Sônia
Castro e Lena. Coelho, pintoras ligadas ao CPC (Centro Popular de Cultura.
Alvinho convidou Caetano Veloso para compor a trilha sonora do filme.
Caetano chama Bethânia, na época estava com 16 anos, para
cantar suas músicas que na hora diz: "Ta louco? Eu não
seu cantar nada!"
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1963
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Peça
BOCA DE OURO
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De
Nélson Rodrigues. Direção de Alvinho Guimarães.
1ª apresentação em público. Abrindo espetáculo
cantando a capela o samba de Ataulfo Alves e Paulo Gesta "Na cadência
do samba". Bethânia entrava vestida de preto cantando sem instrumento
algum. A platéia ficava encantada. A repercussão desse espetáculo
contribuiu para que começasse a se tornar conhecida no meio artístico
e na imprensa de Salvador.
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1964
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"Em
meados de 64, quando recebeu o convite para organizar um show de música
popular brasileira, na inauguração do Teatro Vila Velha,
Caetano já sabia que podia contar com boa parte da turma de amigos
que se reunia aos sábados, na casa de Maria Muniz. A idéia
partiu do Teatro dos Novos, um grupo formado por dissidentes da Escola
de Teatro da Universidade (como os atores Othon Bastos e Carlos Petrovich),
que planejou abrir o Vila Velha com uma variada semana cultural. O grupo
era dirigido por João Augusto Azevedo, crítico carioca que
ensinar teatro na Bahia e acabou ficando de vez. Azevedo conheceu os irmãos
Velloso no verão daquele mesmo ano, após uma apresentação
do Teatro dos Novos, no ginásio de Santo Amaro da Purificação.
O diretor ficou impressionado com Maria Bethânia, especialmente
depois de ouvi-la cantar. Voltou a Salvador pensando até na possibilidade
de se tornar uma espécie de mentor intelectual da garota, que já
não escondia de ninguém seu sonho de se tornar atriz. Na
primeira chance, Azevedo convidou Caetano e Bethânia para trabalharem
juntos. O show NÓS POR EXEMPLO tinha o objetivo de apresentar o
grupo de novos compositores, cantores e instrumentistas na intenção
de renovar a música popular brasileira. Durante o show a música
mais aplaudida da noite foi "Sol Negro" cantada por Bethânia
e Gal Costa.
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Show
NÓS POR EXEMPLO
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Direção
de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Roberto Santana
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Teatro Vila Velha - Salvador |
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1964 (22/08) |
4°
Espetáculo comemorativo da inauguração do Teatro
Vila Velha
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Direção
de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Roberto Santana. Na semana de inauguração
do teatro. Com o Grupo Teatro dos Novos: Bethânia, Caetano, Gil,
Gal, Tom Zé, Djalma Corrêa, Alcyvando Luz, Fernando Lona
e Antonio Renato.
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Salvador
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1964 (07/09) |
Show
NÓS POR EXEMPLO 2
12° Espetáculo comemorativo da inauguração do Teatro Vila Velha |
Bethânia
canta: "Diz que vou por aí" de Zé Kéti
e "O amor em paz" de Antonio Carlos Jobim.
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Teatro
Vila Velha - Salvador
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1964 (21 a 23/11) |
Show
NOVA BOSSA VELHA, VELHA BOSSA NOVA
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Direção
de Gilberto Gil, Alcyvando Luz e Caetano Veloso. Com Bethânia, Caetano,
Gil, Gal, Djalma Corrêa, Alcyvando Luz, Fernando Lona e Antonio
Renato. Esse show trata-se da segunda versão de NÓS POR
EXEMPLO e que procurava divulgar e refletir sobre o sentido e a estética
musical da bossa nova.
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Teatro
Vila Velha - Salvador
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1964 (dezembro) |
Show
MORA NA FILOSOFIA
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Direção
de Caetano e Gil. Cenário de Calazans Neto, emprestado da montagem
de "eles não usam black-tie" onde simulava uma favela
de um morro do Rio de Janeiro, Bethânia exibiu seu potencial de
atriz e canções como "O Morro" de Carlos Lyra
e Gianfrasnceco Guarnieri e "Favela" de Heckel Tavares viraram
quase textos teatrais. Marca o 1º show individual de Bethânia.
Lançada oficialmente como cantora por Caetano. Nessa época
Nara Leão, acompanhada do pianista Sérgio Mendes, em Salvador,
teve contato com o trabalho desenvolvido pelo grupo que se apresentava
no Teatro da Praia, e através de uma fita com a gravação
do show NOVA BOSSA VELHA, VELHA BOSSA NOVA, elogiou a voz de Bethânia.
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Teatro
Vila Velha - Salvador
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1965 (janeiro) |
Em
janeiro de 1965 retorna à Santo Amaro da Purificação
e na casa de Mabel (irmã de Bethânia) e telefone tocou. Era
uma chamada de Salvador, era Nilda Spencer trazendo um recado dos produtores
do espetáculo Opinião, do Rio de janeiro convidando Bethânia
para substituir Nara Leão naquela peça. Bethânia pensou
que fosse trote e mandou desligar e foi ouvir a música "Último
Desejo" quando o telefone tocou novamente: "Aqui é Nilda
Spencer. Vou falar rápido. Você tem que voltar agora pra
Salvador, porque no dia seguinte deverá estar no Rio de Janeiro,
para substituir Nara Leão no Opinião. Bethânia não
teve dúvida, respondeu com um palavrão e desligou o telefone..
Não era brincadeira, Nilda Spencer, diretora da Escola de Teatro
recebera um telefonema do Teatro da Arena. Nara Leão adoecera,
estava afônica, e a temporada do espetáculo no Rio de Janeiro
tinha que continuar. Foi para o Rio de Janeiro com Caetano à convite
de Nara para substituí-la na Peça Opinião. O show
Opinião, com Nara Leão, João do Vale e Zé
Kéti, havia estreado em 10.12.1964 no Teatro de Arena em Copacabana
e era o grande sucesso do teatro dito participante - o teatro político,
de crítica social.Opinião era um musical de protesto contra
a ditadura recém-instalada. Nara ficou afônica. Quem poderia
substituí-la? Provisoriamente, entrou Suzana de Moraes, filha de
Vinicius. Glauber Rocha lembrou de uma baianinha desconhecida, certa Maria
Bethânia Vianna Teles Veloso. Na estréia de Bethânia
(13.02.65 que ficou até ao final da temporada), a imprensa estava
lá, para conferir a eficácia da desconhecida. "'Carcará'
é a mais conhecida composição da obra impregnada
de realismo do rude maranhense João do Vale, um observador profundo
da paisagem e da vida nordestina. Um tipo de gavião, o carcará,
ou caracará, sabe superar os problemas de sobrevivência,
porque ao sentir fome "pega, mata e come", e quando em perigo
"avoa que nem avião". Valente e decidido, "mas coragem
do que home" o carcará simboliza o ideal libertário
da canção. Um dos momentos mais explosivos do número
era o trecho discursivo, com informações sobre dados estatísticos
de caráter social, exaltado numa crescente proposital agressividade
de Bethânia, que produzia um efeito ameaçador. Isso prenunciava
seu pendor para a declamação de textos dramáticos,
uma característica marcante de seu estilo".
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1965 (13/02) |
Peça
OPINIÃO
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Aos
18 anos de idade Bethânia estréia cantando a música
"Carcará" de João do Vale. No elenco Zé
Kéti e João do Vale, dentre outros. Direção
de Augusto Boal e direção musical de Dori Caymmi.
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Teatro
Opinião - Rio de Janeiro
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1965 (março) |
Compacto
simples (RCA)
LC 6155 |
Músicas:
"Carcará" e a canção "De Manhã",
primeiro registro de uma composição de Caetano Veloso.
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1965 (abril) |
Peça
OPINIÃO
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Salvador
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(abril
e maio) |
Peça
OPINIÃO
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Autoria
de Armando Costa, Oduvaldo Viana Filho, Paulo Pontes e Ferreira Gullar.
Vocais: Maria Bethânia, Zé Ketty, João do Valle Músicos:
J. Afonso (bateria), Alberto Hekel Tavares (flauta). Jards Macalé:
violão/voz. |
Teatro Ruth Scobar - São Paulo |
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1965 (junho) |
Peça
OPINIÃO
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Teatro Leopoldina - Rio Grande do Sul |
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(julho) |
Show
TEMPO DE GUERRA
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Augusto
Boal. Direção musical de Carlos Castilhos,Gilberto
Gil, Tom Zé (violão/voz), Gal Costa, Maria Bethânia
(voz), Pitti (violão/voz), Roberto Mulin (bateria), Alberto Hekel
Tavares (flauta).Jards Macalé: violão/voz/direção
musical. Um censor do regime militar foi ao Teatro Brasileiro de Comédia,
em São Paulo, proibir algumas canções do show, Plínio
Marcos, assistente de direção, desacatou o homem e uma tropa
de oficiais queria levá-lo preso. A rua do teatro virou uma praça
de guerra. |
TCB e Teatro Oficina -São Paulo |
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(julho
e agosto) |
Show
TEMPO DE GUERRA
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Teatro Vila Velha - Salvador |
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1965
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Compacto
duplo (RCA)
LCD 1119 |
Músicas: "Carcará", "No Carnaval", "Mora
na Filosofia" e "Só eu Sei".
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1965
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Compacto
simples (RCA)
LC 6177 |
1965
Músicas: "Eu Vivo Num Tempo de Guerra" e "Viramundo".
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1965
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LP
MARIA BETHÂNIA (RCA)
BBL 1339 |
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1965
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Compacto
duplo (RCA)
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Canta
músicas de Noel Rosa.
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1965 (26/09) |
Show
ARENA CANTA BAHIA
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Direção
Augusto Boal. Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia
(vocal), Pitti (violão), Roberto Mulin (bateria), Bené Dantas
(flauta)
Jards Macalé: violão/orquestração/direção musical. |
Teatro
de Arena - São Paulo
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1965
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Compacto
ARENA CANTA BAHIA
(RCA LCD 1135) |
Contém
quatro temas da peça "Arena Canta Bahia":
Viramundo (Gilberto Gil-José Carlos Capinam; c/ Maria Bethânia), São Benedito (Tom Zé; c/ Tom Zé), Roda (Gilberto Gil-JoÃo Augusto; c/ Gilberto Gil).Enredo (Pitti-João Augusto; c/ Pitti).Arranjos e regência: Carlos Castilho. |
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1965
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Retorna
a Salvador ao sentir que o sucesso poderia desviar o curso do seu trabalho.
Bethânia não queria levantar nenhuma bandeira política
e nem ser rotulada como cantora de protesto. "Eu larguei tudo e voltei
para a Bahia."
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1965
(outubro) |
FESTIVAL
DA BALANÇA
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Realizado
em outubro de 1965 - seis meses depois do primeiro grande festival de
TV realizado pela Excelsior -, o 4° Festival da Balança conseguiu
misturar alguns bossanovistas, como os gaúchos d'Os Farroupilhas
e os grupos Trio 3-D e Pedrinho Mattar Trio, com artistas engajados, como
Geraldo Vandré, além de estreantes como Gilberto Gil - aplaudido
timidamente por sua 'Iemanjá. Duas das maiores revelações
do ano estiveram presentes: o Jongo Trio, com um pout-pourri de canções
de Dorival Caymmi, e Maria Bethânia, que cantou seu primeiro sucesso,
'Carcará' (de João do Vale e José Cândido).
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1966
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Volta
ao Rio mais segura: "só canto o que quero, com quem quero,
como quero e quando quero".
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1966
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Assinou
contrato com a Tv Record por 06 meses
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1966 (abril e maio) |
RECITAL
BOITE CANGACEIRO
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Produção
de Guilherme Araújo. Maria Bethânia (voz), Edson Machado
(bateria), Osmar Milito (piano), Dório (baixo) e Guilherme (flauta)
Jards Macalé: violão/orquestração/direção musical. |
Rio
de Janeiro
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1966 (setembro) |
Show
POIS É
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Produção
de Susana de Moraes. Direção Geral de Nélson Xavier.
Direção musical de Francis Hime.Vinícius de Moraes,
Bethânia, Gilberto Gil, Susana de Moraes (vocal), Edson Machado
(bateria), Osmar Milito (piano), Dório (baixo) e Paulo Moura (flauta/sax
soprano/sax alto). Jards Macalé: violão.
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Teatro Opinião -Rio de Janeiro |
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1966 (outubro) |
FIC
- FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO
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1966
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RECITAL
BOITE BARROCO
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Rio
de Janeiro
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1966
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Documentário
BETHÂNIA BEM DE PERTO
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Curta-metragem
de Júlio Bressane e co-dirigido por Eduardo Escorel em que filma
as apresentações de Bethânia. Bressane e Escorel dividem
a direção, produção, fotografia, montagem
e som.
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1966
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Show
YES, NÓS TEMOS MARIA BETHÂNIA
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Teatro do Bolso - Rio de Janeiro |
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1967
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Show
com HERMETO PASCOAL E GERALDO VANDRÉ
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Boite Cave - São Paulo |
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1967
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LP
EDU LOBO E MARIA BETHÂNIA (Elenco)
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1967/1968
(a partir de setembro) |
Show
COMIGO ME DESAVIM
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Primeiro
show dirigido por Fauzi Arap. Participação da violinista
Rosinha de Valença.
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Teatro Miguel Lemos - Rio de Janeiro |
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1967
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Filme
O DESAFIO
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Roteiro,
argumento e direção de Paulo Cezar Saraceni. O filme se
passa nos primeiros meses pós-triunfo das forças militares
e focaliza um intelectual, Marcelo (Oduvaldo Viana Filho) que acreditava
nas forças renovadoras (ou seja, nas promessas revolucionárias
dos grupos de esquerda). Registra o Marcelo pós-golpe, através
de sua vida amorosa, profissional e política. Nesse filme é
apresentado trecho do espetáculo Opinião.
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1967 (24/07) |
Programa
FRENTE ÚNICA - NOITE DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA
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Programa
da Tv Record. Bethânia se apresenta em meio ao tumultuado ambiente
político-musical cantando "Querem Acabar Comigo."
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Teatro Paramount - São Paulo |
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1968
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RECITAL
BOITE BLOW UP
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Iniciou
com a companhia de Lennie Dale, depois com o octeto de Luiz Carlos Vinhas.
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São
Paulo
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1968
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LP
VELOSO, GIL, BETHÂNIA (RCA)
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1968
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Contratada
pela gravadora ODEON
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1968
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LP
RECITAL BOITE BARROCO (EMI/ODEON)
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1969
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LP
MARIA BETHÂNIA (EMI/ODEON)
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1969
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Filme
SARAVAH
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De Pierre Barouh (Les EditionsSARAVAH) |
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